quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Brasileiros se tornam sedentários antes dos 34 anos, diz pesquisa





Quase noventa por cento dos brasileiros que abandonaram atividades físicas e esportes o fizeram antes dos 34 anos. Os dados fazem parte da Pesquisa Diagnóstico Nacional do Esporte, divulgada pelo Ministério do Esporte. O estudo verificou a idade em que as pessoas que praticavam atividades físicas ou esportes deixaram de ter esse hábito, e chegou à conclusão de que 45% delas se tornaram sedentárias entre os 16 e os 24 anos de idade.

Tipo de sangue pode aumentar risco de Alzheimer




O tipo sanguíneo pode influenciar na saúde de diversas formas, como desenvolvimento de doenças cardíacas e até memória. Agora, um novo estudo realizado pela Universidade de Sheffield, na Inglaterra, mostra que o tipo de sangue também pode influenciar no risco de a pessoa desenvolver doenças cognitivas, como o Alzheimer.

A cada 10 brasileiros assalariados, 8 não têm diploma de faculdade, revela IBGE



Segundo o IBGE ( Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o Brasil possui 53,4 milhões de trabalhadores formais, distribuídos por 5,2 milhões de empresas e outras organizações pelo País. Desse total de brasileiros, 46,2 milhões (86,6%) são assalariados e os 7,1 milhões restantes (13,4%) estão na condição de sócio ou proprietários das companhias. 

Crianças com celular, tablet ou TV no quarto dormem menos, aponta estudo




Crianças com acesso a tablets, smartphones ou TV's em seus quartos dormem menos os pequenos que não têm os dispositivos no local. De acordo com um estudo da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos. Para o estudo, foram entrevistadas 2.000 crianças da escola pública da cidade. Segundo a líder do estudo, Jeniffer Falbe, em geral, os crianças com acesso a smartphones e tablets têm quase 21 minutos a menos de sono por noite.

Cientistas evitam cegueira graças a terapia genética




Cirurgiões de Oxford, na Grã-Bretanha, usaram uma técnica de terapia genética para melhorar a visão de seis pacientes que, caso contrário, teriam ficado cegos. O tratamento, que envolve inserir um gene dentro das células dos olhos, é responsável por restaurar as células que detectam luz.